O @tucaz filmou a montagem da Tetéia na saída do rodízio de comida japonesa hoje à noite. O guidão escapou por causa das duas cervejas... Eu cheguei em casa e o vídeo já estava na Internet. Ahh essas caixinhas pretas com telinhas sensíveis ao toque e acesso à Internet...
Olá amigos! Estou me mudando de mala e cuia para São Paulo capital.
Entre maio e o começo de junho participei de um projeto especial na Alta Vista Investimentos, foi uma experiência muito boa, tanto do ponto de vista profissional quanto do ponto de vista pessoal.
Profissionalmente, tive a chance de conhecer um novo mercado, o dos operadores da bolsa de valores, seus interesses, dificuldades, jargões, modo de pensar e rotina. Também fiz o que mais gosto, entreguei software rodando que trouxe valor para o negócio que é o que interessa.
O case da Alta Vista Investimentos foi muito interessante, infelizmente não posso publicar detalhes para preservar a vantagem competitiva da empresa. Só posso dizer que aplicamos tínhamos uma analista de negócios focada nos processos de negócio e no desenvolvimento aplicamos Cristal Clear. Funcionou como uma luva. Em virtude da análise de negócios desempenhada com foco nos processos, sabíamos o que precisava ser feito primeiro, respondendo a pergunta "por onde começar?".
Isso reforça a visão de que existe muito espaço para o analista de negócios no mundo ágil, e olha que nesse projeto eu estava trabalhando do lado da solução.
Do ponto de vista pessoal, tive a chance de passar bastante tempo e finalmente conhecer de verdade São Paulo e consequentemente, me apaixonar pela cidade.
Bem, sempre visitei bastante São Paulo e gostei, mas a gente estava apenas ficando. Agora rolou namoro.
Durante esses 30 dias surgiu uma oportunidade muito interessante na Stefanini. Aliás, gostei tanto do anúncio que publiquei aqui. Começo na segunda-feira dia 21. Tenho certeza que será uma experiência muito boa. Estou empolgado para aprender muito e produzir ainda mais.
Um grande abraço, obrigado pelo apoio de todos e sucesso! Agora é Sampa! Em Floripa quero ser turista!
Nada substitui o olho no olho, o contato pessoal. Você pode até ligar para aquela amiga querida e colocar o papo em dia através do telefone, Skype ou MSN, mas a saudade continua, aquela de abraçar, de beijar, de fazer algum programa interessante. As tecnologias são super bem-vindas, principalmente para manter contato com aqueles amigos e parentes que moram longe, porém com a correria da vida moderna muitas pessoas acabam substituindo o contato pessoal pelo remoto, até mesmo com quem mora no mesmo bairro ou cidade. É aí que mora o perigo: as relações podem se tornar superficiais. O segredo é saber dosar, se comunicando virtualmente sim, mas também usando as ferramentas de comunicação e recados como auxílio para que os encontros presenciais aconteçam.
Para a psicoterapeuta Eneida Suely Rodrigues Lima, a internet vem redefinindo as estruturas tradicionais de intercâmbio social, criando novas formas de relacionamento. “O mundo mudou drasticamente nos últimos 30 anos e as relações não poderiam ficar estáticas”, conclui. Eneida afirma que nada substitui a presença física, mas acredita que todo instrumento quando bem usando presta serviço à humanidade. “O desafio é saber harmonizar. Usar positivamente a internet abrindo espaço na vida também para contatos reais, fazendo com que o contato virtual complemente o presencial”, explica a psicoterapeuta.Os contatos pela internet são sempre sinônimo de relações superficiais? Para Eneida, não se trata de condenar ou julgar superficiais as relações só por usá-la como veículo. “Penso de um modo geral que os adultos têm conseguido dosar as relações presenciais e remotas. É lógico que nunca mais voltaremos aos tempos de visitas aos vizinhos nas tardes de domingo. As relações presenciais hoje são mais seletivas entre os adultos, mas nem por isso de menor qualidade”, assegura Eneida.Entre os adolescentes existe um risco maior de exagerar na dose virtual. “Como é próprio da fase, onde estão buscando conhecer seus limites e estabelecer uma auto-imagem, são mais vulneráveis a qualquer tipo de exagero, incluindo a internet. De todo modo, o que se vê são novas formas de relacionamento”, afirma a psicoterapeuta.Queremos ver mais os amigosA advogada Odila Diotallevy conta que frequentemente se comunica com os amigos via Orkut e torpedos. E confessa que gostaria de manter mais contato pessoal com eles. “Se ver pessoalmente é melhor, mais gratificante, sem dúvida. Ver o olhar, sentir a sua alegria. Preciso tirar mais tempo para encontrar meus amigos”, afirma. E relembra que passou um longo período trocando e-mails e mensagens pela internet com dois velhos amigos que também moram em Florianópolis para tentar marcar um programa. Depois de muito papo e várias promessas de encontro, finalmente três anos depois ele aconteceu.O analista de negócios Claudio Kerber usa desde 1996 as ferramentas de comunicação e recados para falar com os amigos. “Acho que tenho três vidas sociais: as pessoas ‘só reais’, as ‘só virtuais’ e a coluna do meio”, conta. E afirma que gostaria de ter mais contato presencial. “Existem pessoas muito legais na turma dos virtuais com quem eu gostaria de tomar um café volta e meia. Quando finalmente nos encontramos, temos tempo para aprofundar conversas que ficam fatalmente superficiais via internet. Os gestos, olhares e entonações são uma parcela importante da comunicação perdida quando a conversa passa por um fio”, diz. E acredita que a internet só substitui os contatos pessoais para quem deixa. “Quando bem usada serve como um grande catalizador da vida social”, assegura.Internet ajuda a combinar encontrosLucas Martins Gama, 19 anos, usa as ferramentas de comunicação na internet para marcar festas e encontros com os amigos. “Se eu fosse pegar o telefone e ligar para todos, ia demorar e custar caro. E funciona bem, eles respondem rápido. Na sexta-feira, todos entram no MSN e Orkut para ver o que vai rolar”, conta.A internet facilita, mas não substitui. “Não fico em casa conversando via internet. Gosto de ir para a rua, ver meus amigos pessoalmente. Tenho um amigo que mora no Centro, a uns 15 minutos a pé da minha casa, que falo na internet só para saber se ele está em casa para eu ir lá”. Diferente de dois amigos meus que são vizinhos e se falam mais pela internet que pessoalmente, exemplifica. Mas não só os adolescentes que aproveitam as facilidades tecnológicas para facilitar os encontros presenciais. Um grupo de 14 amigas de Florianópolis se reúne pelo menos uma vez por mês há dez anos com a ajuda da internet e dos torpedos. Para Marister Moritz, uma das integrantes do grupo, o contato pessoal com as amigas é insubstituível. “Um abraço gostoso, um olhar, a própria conversa fica com certeza mais prazerosa quando é feita olho no olho”, garante.
Não podia deixar de visitar a nova ciclovia da Marginal Pinheiros, um belo projeto com 14 km que vai da estação Vila Olímpia até o autódromo de Interlagos.
Fui do Ibirapuera direto para a ciclovia que deve ficar a uns 4 Km do parque, que aliás, seriam ótimos se também tivessem ciclovias.
Apesar de ser muito bem feita, a ciclovia tem um lado muito triste. Primeiro dá para ver a sujeira que a cidade joga no rio.
É tão sujo e fedorento que me lembra do Rio do Peixe dos anos 80 antes da grande limpeza que fizeram, outra questão é o fato dela não servir para transporte, apenas para passeio, uma vez que você não pode sair em qualquer lugar, apenas na entrada e na saída. Parece mais um parque de diversões para ciclistas, que, aliás, os mantêm alienados do resto da cidade.
De qualquer forma, é uma ótima iniciativa. Hoje fui até a metade, 7 Km de ida e 7 Km de volta. Amanhã quero fazer inteira se estiver tudo bem.
Depois de uns 30 Km ao todo, nada como um hamburguer enorme para repor, afinal, a Tetéia é movida a calorias.
Gosto de São Paulo desde a primeira vez que estive aqui em 2000 quando trabalhava na Fenasoft e estive aqui ajudando a organizar a feira, aliás, a última antes do estouro da bolha da Internet que foi logo em seguida.
Quando as pessoas tentam falar bem de São Paulo lembram de coisas como restaurantes excelentes (do boteco ao luxo), as opções de entretenimento e claro, o dinheiro que rola na cidade, contudo, eu gosto de chamar atenção para outra característica, as pessoas.
Viver em São Paulo está ficando difícil. É muita gente para pouca cidade. Diferente dos animais que começam a se matar, aqui as pessoas ficam mais "macias", assim, quando se esbarram, não dói.
Lá no meio do mato de onde eu vim acreditávamos que as pessoas das cidades grandes eram frias, mas aqui ocorre o contrário. Puxo papo com qualquer um e muita gente puxa papo comigo. Se preciso de informação, TODOS ajudam e ainda batem um papinho de brinde. Violência? Em números relativos é menor do que a de outros lugares. Aliás, em Florianópolis estão ocorrendo crimes como assassinato dentro de um raio de 4 Km da minha casa.
Poderia parecer deslumbramento de iniciante, contudo, venho experienciando a cidade por dez anos. Essa gentileza extra é real e perceptível.
Falando em estar ficando difícil viver em São Paulo, até agora tenho ouvido que o pior problema é o transporte. Ir e voltar ao trabalho é pesadelo para muita gente.
Eu estou a apenas 3,5 Km de distância do trabalho e ontem para voltar de taxi foram 45 minutos e R$ 20,00! Você se arrasta de sinal em sinal, de fila em fila. Parece que existe um carro para cada meia pessoa aqui. Fiz as contas, para ir e voltar por um mês seriam singelos R$ 800,00, divididos em 1800 minutos (30 horas!!!) se arrastando. Gosto de conversar com os taxistas, mais 45 minutos é demais.
Hoje pela manhã fiz um teste, fui a pé. Tive a sorte de além de estar próximo, ter um belo caminho pela frente nos Jardins. Adivinhe quanto tempo levei? 45 minutos (exatamente o tempo que o Google Maps estimou).
Levando tudo isso em consideração, decidi dar uma forcinha para a cidade e ser um a menos ocupando espaço e poluindo, além de garantir a silhueta e economizar. Comprei uma bicicleta dobrável. Não havia pensado nelas até vir para cá e precisar de uma, mas parece que são febre nas grandes metrópoles ao redor do mundo.
A Dahon Eco 1 White 2010 é o modelo de entrada da marca Dahon. Ela pesa apenas 12 quilos e quando dobrada, suas dimensões são 34 x 68 x 80 cm, ou seja, você entra em qualquer lugar (aliás, saquei dinheiro no BB e almocei no Subway com ela ao lado).
A loja, Freecycle, fica a 6,5 Km de onde estou prestando consultoria, o taxi levou uns 20 minutos e custou R$ 23,00.
Comprei a bicicleta, um capacete luzes de led para frente e para trás, muito legais e ajudam bastante.
Eu não quis nem saber, voltei para o trabalho pedalando. Bom, pedalar aos 32 não é como pedalar aos 22, mas me virei bem. Como o aro é pequeno, ela não incomoda na calçada e quase não ando na rua. Passamos no teste (eu e a bicicleta), foram uns 30 minutos e quando cheguei estava tão faceiro que desviei o caminho para almoçar.
Ela passou a tarde ao meu lado no escritório e na volta para casa foram apenas 15 minutos. Quase não tem graça...
Sei que estou perto do trabalho, que quase não tem ladeiras, que o tempo está ótimo (seco e fresco), contudo, será que não existem mais pessoas por aqui com essas características? Se cada bicicleta dessas remover um carro das ruas dá para fazer muito. Bom, vai aqui o meu apelo para quem anda com problemas de transporte em qualquer cidade.
Ahh, e para voltar para Floripa? Dobro, embalo e mando como bagagem. Lá vai servir para dobrar e atravessar a ponte de ônibus (já que somos proibidos de atravessar a pé) para pedalar no centro ou na Beiramar Norte.
Depois do vai e volta entre São Paulo em Florianópolis vou dar uma sossegada em... São Paulo!
Trinta dias por aqui desenvolvendo um trabalho em um cliente, e depois? Só Deus sabe.Vou ser sincero, gosto muito de São Paulo, vamos ver se 30 dias mudam ou não este sentimento.
Quem quiser encontrar pessoalmente para trocar uma idéia, é só entrar em contato.
Nessa época do ano costumo ouvir vários comentários mal humorados dizendo que a virada de ano trata-se apenas de números, que não muda nada na nossa vida, que é inventado. Peço licença para discordar. Claro que a contagem dos anos e o próprio número 2010 são arbitrários, contudo, a virada do ano marca mais uma volta feita pelo nosso planeta em torno do sol e não há nada mais concreto e tangível do que isso. Durante essa volta, a distância e inclinação do planeta determina as estações do ano que influenciam nossa vida, das colheitas às férias de verão.
A divisão do tempo em intervalos reconhecíveis faz parte da forma como compreendemos a vida, então quando pensamos no ano novo como uma oportunidade de mudar, de melhorar algo ou de manter o que é importante para nós estamos colocando energia em algo que é real.
Coloque a sua energia em 2010, como todo "dia novo", o ano novo também é uma oportunidade. Vale a pena.
grande abraço e até 2010!
Aos que me acompanham através de RSS: esta fase de escassez de posts vai passar logo. Estou fazendo muito trabalho offline que culminará, com certeza em ótimos posts envolvendo a prática da Análise de Negócios. Vocês não perdem por esperar.