Posterous theme by Cory Watilo

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Um finado me adicionou no Linked In

Esse não é o tipo de assunto sobre o qual eu costumo escrever no meu blog apesar de fazer parte da minha “nuvem de pensamentos”. Ocorre que o que aconteceu hoje, dia de finados, me levou a um raciocínio que eu gostaria de expressar aqui.

Recebi uma mensagem do Linked In dizendo que eu tinha 11 convites aguardando confirmação. Achei estranho, pois costumo responder esse tipo de coisa imediatamente, fui ver e realmente fazia um tempo que havia deixado o site de lado (e dizem que o e-mail está morto...).

Segui a rotina de dar uma olhada no perfil da pessoa para saber se a conhecia mesmo e ir aceitando os convites (gente muito boa, aliás, anda me adicionando) quando me deparei com um nome e parei.

“Não é possível... Ele faleceu mês passado”. Por um instante senti um leve alívio, como se o seu falecimento tivesse sido apenas uma brincadeira de mau gosto, mas não, eu estava lá no velório, vi seu corpo imóvel sobre o caixão, coloquei a minha mão sobre a sua, agradeci os ensinamentos e desejei boa viagem.

O convite pendente não passava de um eco do meu amigo. Provavelmente ele me convidou alguns dias antes de falecer.

Na adolescência, nas aulas de literatura do professor Ezequiel, aprendi dois poemas, um amargo e um sereno. Desde lá os guardo na memória para recitá-los quando o fim se aproximar, claro, se eu tiver tempo.

O amargo se chama “Versos íntimos” de Augusto dos Anjos. É tão amargo que nos últimos anos ando investindo minha energia em me tornar alguém mais voltado para o poema sereno, a “Consoada” de Manuel Bandeira:

Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
- Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com os seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.

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Vida de Analista de Negócios de TI

O analista de negócios de TI sempre será "o cara do negócio" quando estiver entre os desenvolvedores.

O analista de negócios de TI sempre será "o cara de TI" quando estiver entre o pessoal do negócio.

Enquanto você está no lado do negócio, aprende negócios e ensina TI, quando está no lado da solução (desenvolvedores), você aprende TI e ensina negócios.

Como comentou meu amigo Bruno H. Paes, "e quase o "Two Faces" do Batman, a visão do rosto é de acordo com o lado que está vendo rsrsrs (...) é bem esse lado que eu gosto... é se aprofundar no negócio, entender, mapear, e depois passar isso pra galera que vai codificar. (...) eu vivencio algo próximo a isso
estou do lado que desenvolve, mas adoro saber o que acontece do lado dos negócios."

Como entrar em São Paulo sem entrar na nóia - Solução dobrável

Gosto de São Paulo desde a primeira vez que estive aqui em 2000 quando trabalhava na Fenasoft e estive aqui ajudando a organizar a feira, aliás, a última antes do estouro da bolha da Internet que foi logo em seguida.

Quando as pessoas tentam falar bem de São Paulo lembram de coisas como restaurantes excelentes (do boteco ao luxo), as opções de entretenimento e claro, o dinheiro que rola na cidade, contudo, eu gosto de chamar atenção para outra característica, as pessoas.

Viver em São Paulo está ficando difícil. É muita gente para pouca cidade. Diferente dos animais que começam a se matar, aqui as pessoas ficam mais "macias", assim, quando se esbarram, não dói.

Lá no meio do mato de onde eu vim acreditávamos que as pessoas das cidades grandes eram frias, mas aqui ocorre o contrário. Puxo papo com qualquer um e muita gente puxa papo comigo. Se preciso de informação, TODOS ajudam e ainda batem um papinho de brinde. Violência? Em números relativos é menor do que a de outros lugares. Aliás, em Florianópolis estão ocorrendo crimes como assassinato dentro de um raio de 4 Km da minha casa.

Poderia parecer deslumbramento de iniciante, contudo, venho experienciando a cidade por dez anos. Essa gentileza extra é real e perceptível.

Falando em estar ficando difícil viver em São Paulo, até agora tenho ouvido que o pior problema é o transporte. Ir e voltar ao trabalho é pesadelo para muita gente.

Eu estou a apenas 3,5 Km de distância do trabalho e ontem para voltar de taxi foram 45 minutos e R$ 20,00! Você se arrasta de sinal em sinal, de fila em fila. Parece que existe um carro para cada meia pessoa aqui. Fiz as contas, para ir e voltar por um mês seriam singelos R$ 800,00, divididos em 1800 minutos (30 horas!!!) se arrastando. Gosto de conversar com os taxistas, mais 45 minutos é demais.

Hoje pela manhã fiz um teste, fui a pé. Tive a sorte de além de estar próximo, ter um belo caminho pela frente nos Jardins. Adivinhe quanto tempo levei? 45 minutos (exatamente o tempo que o Google Maps estimou).

Levando tudo isso em consideração, decidi dar uma forcinha para a cidade e ser um a menos ocupando espaço e poluindo, além de garantir a silhueta e economizar. Comprei uma bicicleta dobrável. Não havia pensado nelas até vir para cá e precisar de uma, mas parece que são febre nas grandes metrópoles ao redor do mundo.

A Dahon Eco 1 White 2010 é o modelo de entrada da marca Dahon. Ela pesa apenas 12 quilos e quando dobrada, suas dimensões são 34 x 68 x 80 cm, ou seja, você entra em qualquer lugar (aliás, saquei dinheiro no BB e almocei no Subway com ela ao lado).

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A loja, Freecycle, fica a 6,5 Km de onde estou prestando consultoria, o taxi levou uns 20 minutos e custou R$ 23,00.

Comprei a bicicleta, um capacete luzes de led para frente e para trás, muito legais e ajudam bastante.

Eu não quis nem saber, voltei para o trabalho pedalando. Bom, pedalar aos 32 não é como pedalar aos 22, mas me virei bem. Como o aro é pequeno, ela não incomoda na calçada e quase não ando na rua. Passamos no teste (eu e a bicicleta), foram uns 30 minutos e quando cheguei estava tão faceiro que desviei o caminho para almoçar.

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Ela passou a tarde ao meu lado no escritório e na volta para casa foram apenas 15 minutos. Quase não tem graça...

Sei que estou perto do trabalho, que quase não tem ladeiras, que o tempo está ótimo (seco e fresco), contudo, será que não existem mais pessoas por aqui com essas características? Se cada bicicleta dessas remover um carro das ruas dá para fazer muito. Bom, vai aqui o meu apelo para quem anda com problemas de transporte em qualquer cidade.

Ahh, e para voltar para Floripa? Dobro, embalo e mando como bagagem. Lá vai servir para dobrar e atravessar a ponte de ônibus (já que somos proibidos de atravessar a pé) para pedalar no centro ou na Beiramar Norte.

Em São Paulo até junho

Depois do vai e volta entre São Paulo em Florianópolis vou dar uma sossegada em... São Paulo!

Trinta dias por aqui desenvolvendo um trabalho em um cliente, e depois? Só Deus sabe.Vou ser sincero, gosto muito de São Paulo, vamos ver se 30 dias mudam ou não este sentimento.

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Quem quiser encontrar pessoalmente para trocar uma idéia, é só entrar em contato.

Um presente para os amigos da 7COMm

Esse post é especial para a turma da 7COMm que me deu o privilégio de compartilhar ótimos momentos de discussão e estudo da análise de negócios através do nosso curso.

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Segue abaixo um pouco de paz e serenidade de um fim de tarde na Barra da Lagoa, em Florianópolis. Eu podia ter ficado de molho hoje depois de alguns dias de trabalho duro (mas muito bom) em Sampa, mas, depois do que conversamos e com um dia lindo como foi, eu tinha que ir à praia.

Saibam que vocês são tão legais que mais que compensam o cinza do concreto que cerca o seu ambiente de trabalho. Um grande abraço!


Surpresa: O que as empresas esperam do profissional de TI?

Hoje cedo o Bom dia Brasil exibiu uma matéria sobre a falta de pessoas qualificadas para preencher as inúmeras vagas de tecnologia da informação abertas em todo o país.

A matéria mostrou uma empresa que possui atualmente quatrocentas vagas em aberto e a angústia do responsável pelo departamento pessoal. Vimos mesas e mesas vazias aguardando por profissionais qualificados.

Bom, até aí trata-se de uma matéria normal, sabemos que é difícil contratar e manter um bom profissional da área de TI, são atualmente cem mil vagas disponíveis. Além da falta de qualificação das pessoas para esse tipo de trabalho, a área também é bastante aberta ao empreendedorismo, ou seja, assim que o profissional sente que tem café no bule, vira pessoa jurídica. Aliás, está para nascer uma classe mais empreendedora do que o pessoal formado em computação, quanto mais informação sobre abrir negócios esse pessoal tiver na faculdade, melhor.

A matéria era normal até a Mirian Leitão fazer o seu comentário a respeito. Ela disse que conversando com os empresários da área de TI, a característica mais importante para os profissionais desta área é a capacidade de concentração. Isso mesmo, eles deixaram bem claro que saber tudo de computador não é o requisito principal.

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BPM e SCRUM

Não não, não se trata de um post sobre como o SCRUM pode ser usado com sucesso em projetos que não sejam de software. Trata-se apenas de uma constatação que me saltou aos olhos quando dava uma olhada nos meus e-mails. Eu esvazio as pastas de mensagens dos grupos que assino periodicamente, então sei que apaguei as mensagens do grupo de BPM no mesmo dia em que apaguei as do grupo de SCRUM. Observe a contagem de hoje:

 

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Será que o BPM possui menos mensagens maiores e o SCRUM mais mensagens menores? Será que o pessoal do SCRUM cumpre à risca a filosofia? Há mais gente discutindo SCRUM do que BPM (provável) ou simplesmente há mais o que se discutir a respeito de SCRUM? Vale a pena pesquisar, quem sabe outro dia... De qualquer forma, ambos os grupos são muito bons. Se não me engano, ambos estão hospedados no Yahoo Groups.