O que aconteceu com esse blog???

Há um ano o Posterous, o serviço onde eu tinha meu blog foi vendido para o Twitter. Depois de um ano enrolando o pessoal do Twitter se tocou que não havia nada de interessante a fazer com esse serviço, então decidiu simplesmente encerrar.

Posterous foi para o espaço.

Eles avisaram meio em cima da hora e eu tenho até amanhã, dia 30 de abril para fazer backup e encontrar outra hospedagem. Dessa vez será uma instalação própria do bom e velho WordPress.

Já fiz o backup, agora vem a parte da importação. Assim que estiver ok todos os posts deverão reaparecer, inclusive com suas URLs originais.

Grande abraço!

Claudio Br

Minha história em São Paulo contada na Revista Bicicleta (na íntegra aqui)

No final do ano passado a Revista Bicicleta me convidou a contar a minha história com as magrelas em São Paulo para uma seção da publicação. Eu fiquei muito feliz com a oportunidade de deixar um registro do que aconteceu nesses últimos três anos muito especiais. 

Segue abaixo a transcrição da matéria e no final, as fotos das páginas da revista. Aliás, a revista é muito bem feita e traz muitas informações para quem ama as bicis.

 

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Passar um mês inteiro trabalhando em São Paulo? Bem, isso pareceu meio estranho quando propuseram, principalmente porque São Paulo para mim lembrava “dinheiro”, “violência”, “trânsito”, “alagamentos” e “caos social” (os quatro últimos graças ao Datena). A essência do preconceito.

Durante 10 anos São Paulo se limitava a viagens a trabalho inevitáveis o mais curtas possível, muitas delas de bate-volta, contudo, após quatorze anos em Florianópolis eu havia passado por algumas mudanças radicais como o fim do casamento e ter largado um bom emprego para abrir a minha empresa, então, por que não? Aceitei.

Desci no aeroporto de Congonhas, porta de entrada das minhas visitas anteriores e segui a tradição: depois de uma bela fila embarquei em um táxi e fui para a empresa que fica na Faria Lima com a Rebouças. Eu só conhecia essas ruas por causa do Banco Imobiliário jogado na infância. Trabalhei o dia todo e precisava ir para o hotel onde passaria o próximo mês. Estava com a mala. Bora pegar um táxi.

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Até onde vamos para não alterar o escopo

Essa semana um prédio público construído em Ponta Grossa no Paraná chamou a atenção da mídia por possuir algumas features digamos, peculiares.

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O edifício possui quase todas as paredes de vidro, o que, aliás, ficou muito bonito, contudo, essas paredes também foram usadas nos sanitários. No piso térreo é possível observar nitidamente o uso do banheiro que possui, inclusive, um chuveiro.

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José Aldinan/Gazeta do Povo

Outra peculiaridade foram as saídas de emergência que constituem em portas que dão para o vazio, ou seja, a opção é pular para fora do prédio do segundo e terceiro pavimentos e torcer que o chão seja mais agradável do que o fogo.

O projeto do prédio contava com banheiros transparentes e é claro que os responsáveis pela construção questionaram a prefeitura a respeito. A resposta foi que o projeto não poderia ser alterado e que tudo deveria ser feito à risca. Continuar lendo

Participe em janeiro do meu novo curso: Produtos digitais: do marketing ao desenvolvimento

Você sabia que entre dez ideias de produtos em média apenas uma chega ao ponto de trazer retorno financeiro? O que separa essa ideia das demais não é a tecnologia usada, o produto em si ou mesmo a quantidade de dinheiro disponível, a diferença está na disposição que os empreendedores tem de ler rapidamente o mercado e de fazerem adaptações ao produto.

Normalmente ou você estuda marketing ou você estuda metodologias de desenvolvimento de software como se uma coisa funcionasse independente da outra. Neste curso estudaremos os dois juntos e integrados com muitos exemplos práticos para que você saiba como se posicionar seja para criar seu próprio produto seja para atuar em empresas de qualquer tamanho.

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Aprendendo muito com a classificação brasileira de ocupações

Mês passado recebi um convite para participar no dia primeiro de dezembro como analista de negócios de um trabalho realizado pela FIPE para o Ministério do Trabalho referente à CBO, a Classificação Brasileira de Ocupações. O trabalho tomou um sábado inteiro e, apesar de estar com muita vontade de usar meu tempo com outra coisa algo me dizia que valeria a pena e valeu.

O objetivo do trabalho era em uma sessão que levaria o dia todo com alguns intervalos definir quais eram os deveres e as tarefas que definiam quatro ocupações representadas por profissionais presentes.

A Classificação serve para o reconhecimento pelo Ministério do Trabalho da existência das ocupações. Esse reconhecimento é usado para guiar programas de governo, sensos, pesquisas e outras ações. A Organização Internacional do Trabalho mantém uma classificação, mas é claro que ela não abrange todas as ocupações de todos os países.

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Quando falamos em abrangência estamos falando de todas mesmo. O trabalho de classificação atual envolve aproximadamente duas mil sessões com sete mil profissionais. Eu confesso que fiquei muito interessado por esse trabalho. Imagine um analista de negócios poder conhecer profissionais de todas as ocupações existentes, entender seus objetivos e o que fazem para atingi-los? É um conhecimento muito rico.

Você deve estar se perguntando se profissionais do sexo estão nessa lista e a resposta é sim. Outra ocupação interessante é a de catador de papel. Segundo a facilitadora, metade dos participantes da sessão naquele dia eram analfabetos e mesmo assim ela foi muita produtiva, trazendo ao conhecimento da classificação tarefas as quais elas nem faziam ideia. Continuar lendo