Posterous theme by Cory Watilo

Meu primeiro artigo na InfoQ internacional! ||||| The Day I Become Unnecessary - Part 1

O meu artigo "O dia em que me tornei desnecessário" foi, sem modéstia, um sucesso. Escrevi do coração com base em uma experiência muito legal que tive quando estava na Stefanini atuando como Agile BA.

Até hoje foram incríveis (para mim) 11.118 pageviews.

Graças ao convite do coordenador da área Agile da InfoQ Shane Hastie pude publicar o artigo lá. Para deixar mais interessante eu o dividi em duas partes e a primeira foi ao ar essa semana em http://www.infoq.com/articles/day-became-unnecessary-part1 .

Chegue lá, dê uma lida e deixe seu comentário. Eu adoraria estender a discução ao âmbito internacional e também de ter muitos acessos e comentários para publicar mais textos nessa publicação tão legal.

 

 

 

 

Pra não dizer que não falei de árvores

Alguém na sua empresa aborda você com uma ideia, uma iniciativa a ser feita para atingir um objetivo, algo que desejam alcançar. O que fazer? Como avaliar? Como pensar no que será necessário e nas suas implicações?

Aqui vai o primeiro passo: Desenhe uma arvorezinha.

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O lance da arvorezinha é o seguinte: Pense na empresa como uma arvorezinha, genial não? Pois eu acho que é desde a primeira vez que rabiscaram isso para mim*.


No topo temos os frutos, os frutos são a perspectiva financeira. Na perspectiva financeira temos objetivos bem comuns como “aumentar a receita” ou “diminuir os custos”, claro que existem outros com nomes mais elaborados, mas, basicamente tem a ver com quanto dinheiro a mais a empresa vai ficar.

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Gerenciamento de riscos: o poder é de vocês

Minha amiga chega ao trabalho e após alguns minutos se dá conta de um fato aterrador: não consegue lembrar se tirou ou não a sanduicheira da tomada. 

Você conhece a sensação, talvez o mais desagradável seja o fato de simplesmente não conseguirmos lembrar. A memória é assim: prega peças para dar sabor à vida, transforma em probabilidades o que poderia ser certeza.

Bem, os riscos fazem parte da nossa vida. Para que um risco exista basta determinarmos qualquer resultado esperado em qualquer ramo da atividade humana.

Acordo pela manhã, abro os olhos e penso: “vou trabalhar”. Pronto! Com essa frase nasceu o risco de eu não trabalhar hoje ou talvez nunca mais.

Riscos existem, podemos lidar com eles, ignorá-los (não saber da sua existência) ou simplesmente aceitá-los e as suas consequências. Ignoramos riscos que não conhecemos e aceitamos riscos que achamos pouco prováveis, como faço com o risco da minha casa ser atingida por um asteróide.

Como vamos lidar com um risco depende de uma equação simples na qual pesamos o quão ruim as coisas serão se esse risco se concretizar, qual a probabilidade desse risco acontecer de fato e por fim, qual o custo que vamos ter em lidar com ele.

Custo da ação < (Bomba / Probabilidade)

Em PT-br: o custo da ação não deve superar o custo da bomba explodir em relação à probabilidade dela explodir.

Os seres humanos que habitam o planeta hoje são descendentes dos seres humanos que souberam aplicar essa equação da melhor forma dado cada momento.

Vou usar a história da minha amiga para descrever o que podemos fazer em relação a um risco, no caso dela o risco da sanduicheira esquentar demais e causar um incêndio.

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Cuidado com o sênior

A região metropolitana de São Paulo não chega a ser digamos, montanhosa, contudo existem algumas subidas que desafiam quem deseja utilizar a bicicleta como meio de transporte, principalmente para quem gostaria de chegar no ponto B sem suar além da conta.

Um desses desafios é chegar à Avenida Paulista. Em termos relativos ela está lá no alto e não importa por onde você chega: você precisa subir.

Eu sou considerado um ciclista experiente, talvez não pelo tempo que pedalo nas ruas de São Paulo (dois anos), mas pela distância diária e a freqüência, são 30 km todos os dias úteis para ir trabalhar. Minha bicicleta atual está beirando os cinco mil rodados o que me transformaria em termos relativos em um ciclista urbano pleno ou sênior.

Recentemente montamos um grupo de ciclistas geeks, uma galera muito alto astral, do bem que trabalha com informática (sim, isso é possível) e que está começando a pedalar pela cidade de São Paulo.

No nosso primeiro passeio montei uma rota que incluía o caminho que eu considerava “o menos pior” (uma vez que bom não existe) para subir à Paulista.

 Passeamos pela Paulista, vimos as luzes de natal, descemos para o Ibirapuera ver a árvore e voltamos para a nossa avenida querida, foi muito divertido. Fizemos outros passeios depois desse, um na sexta-feira 13 e outro no aniversário de São Paulo.

Na semana passada o pessoal estava louco para fazer um passeio, mas eu não podia por causa de uma dor no joelho. Meus amigos insistiram, falaram que eu era o cara, mas eu sugeri que eles fossem sem mim.

Eles foram, se divertiram, superaram as dificuldades e descobriram um caminho ainda melhor para subir para a Paulista coisa de duas ruas distante do caminho que eu considerava melhor, mas que eu havia ignorado, talvez por simples acomodação.

Como eu prefiro validar as hipóteses ao invés de simplesmente discuti-las,hoje, segunda-feira, mudei o meu caminho, encontrei a rua e subi. Não é que é super leve, mão única e não tem ônibus?

A moral da história é que devemos ter muito cuidado com a palavra “Sênior”. Essa palavra não pode ser tomada como “aquele que sabe mais e que guia os outros”.  Acredito que sênior no nosso ramo tem mais a ver com aquele que aprende mais e aplica o que aprende. O passado só tem importância se ele ajuda no presente.

A inovação está nas mãos daqueles que vão e fazem.

A Cigarra e a Formiga

No bosque havia uma cigarra faceira, vivia cantando e batendo papo por aí, conversava com quase todos, menos com as formigas que passavam o verão todo carregando comida para seu formigueiro.

Um dia a cigarra abordou uma formiguinha e perguntou “por que você passa o dia carregando comida para sua casa?”, “para termos o que comer durante o inverno”, respondeu a pequenina, “e você faz o que mais da vida?”, “eu leio sobre como carregar mais comida por viagem, como e descanso para o trabalho do dia seguinte”, “sério? Uau, quer fazer uma pausa para tocar uma musiquinha e relaxar?”, “não posso, nossa metodologia de trabalho me impede de parar dentro do turno de trabalho, nem devia ter parado para falar com você, afinal, estou cheia de trabalho atrasado”, “belê então  formiguinha, manda brasa aê”, disse a cigarra enquanto afinava o violão.

Cigarraformiga

A formiguinha se foi levando cinqüenta vezes o peso do seu corpo nas costas e a cigarra queimou um paiero enquanto mandava ver numa milonga paraguaia para umas joaninhas que estavam por ali.

O verão se foi e o inverno implacável chegou. As formigas se trancaram no formigueiro quentinho e repleto de comida. Lá, tinham tudo o que precisavam, mas era um tédio. Como não havia muito espaço, podiam no máximo dormir, estudar ou escutar palestras motivacionais sobre coleta de alimentos.

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Ouça a minha palestra do BA BRAZIL 2011 e acompanhe os slides

AN, Você Não Sabe o Que Está Perdendo! Métodos para Aproveitar ao Máximo o Potencial do Time de Desenvolvimento

O seu desenvolvedor inexperiente já é um usuário experiente. Como usuário, ele conheceu a Internet na sua infância (dele e da Internet), fez compras on-line, votou em urnas eletrônicas, usou redes sociais e provavelmente está começando a declarar o imposto de renda através de um sistema. Nesta palestra, discutiremos como criar um ambiente no qual o potencial dessa perspectiva única de “desenvolvedor-usuário” pode ser aproveitado no desenvolvimento de produtos de software. A empatia desse novo perfil de desenvolvedor, aliada à sua criatividade, pode encantar os usuários e simplificar a vida do analista de negócios.

 

Os slides estão sincronizados com o áudio:

 

 

 

 

 

 

Dê a sua contribuição para a Extensão Ágil do BABOK

A Extensão Ágil do BABOK ou Agile Extension é um esforço conjunto de profissionais praticantes da análise de negócio em contextos ágeis no intuito de unir duas partes do desenvolvimento de soluções de software em uma visão comum: a descoberta e a entrega.

A descoberta (discovery) é o lado que literalmente "descobre" o que deve ser feito e porque, e a entrega, bem, a entrega é quem desenvolve e entrega o software.

O objetivo da extensão ágil é auxiliar quem está no lado da descoberta a visualizar e a entender a entrega e vice-versa uma vez.

Onde está o valor nisso?

Bem, tudo o que descobrimos do lado do problema são hipóteses. Acreditamos que alterar uma determinada interface dará um certo ganho, acreditamos que vender para a Argentina (o que implica em internacionalização dos sistemas) aumentará o faturamento em N, acreditamos que o relatório X ajudará o negócio a compreender melhor as variações na demanda e por aí vai.

O analista de negócios que conseguir validar mais rápido essas hipóteses correrá muito menos risco do que aquele que as estoca para serem validades em grandes pacotes.

Como ele faz isso? Intercalando descoberta e entrega através de metodologias ágeis.

Me arrisco (aqui sou eu e apenas eu falando) a dizer que em um modelo ideal, a entrega é componente da descoberta, a entrega realiza a descoberta, fecha um ciclo para iniciar o próximo.

Ficou interessado? Então você tem duas opções dependendo do quanto sobre isso você já sabe:

- Ler o draft da Extensão Ágil do BABOK para já ir aprendendo.

- Ler o draft da Extensão Ágil do BABOK para dar seu feedback e ajudar o pessoal a fazer um ótimo livro.

O download está nessa página, vai lá: http://www.iiba.org/imis15/IIBA/Professional_Development/The_Agile_Extension_of_the_BABOK/IIBA_Website/Professional_Development/Agile_Extension.aspx?hkey=c7942e53-b6fa-479e-a057-03a820596f02

O formulário de feedback está aqui: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?hl=en_US&formkey=dGtscUtIbVNFZmhGVE1faFZISktoZlE6MQ#gid=0

 

 

 

 

 

 

AN, você não sabe o que está perdendo! Métodos para aproveitar ao máximo o potencial do time de desenvolvimento

O seu desenvolvedor inexperiente já é um usuário experiente. Como usuário, ele conheceu a Internet na sua infância (dele e da Internet), fez compras on-line, votou em urnas eletrônicas, usou redes sociais e provavelmente está começando a declarar o imposto de renda através de um sistema.

Nesta palestra, discutiremos como criar um ambiente no qual o potencial dessa perspectiva única de “desenvolvedor-usuário” pode ser aproveitado no desenvolvimento de produtos de software. A empatia desse novo perfil de desenvolvedor, aliada à sua criatividade, pode encantar os usuários e simplificar a vida do analista de negócios.

Sexta-feira* 25/11 em Porto Alegre no

www.babrazil.com

 

* pode vir de camiseta e bermuda.

 

Veja aqui todas as palestras

 


 

Claudio Br é administrador de empresas com habilitação em marketing e trabalha com sistemas gerenciais e Internet desde 1997. Na sua história, valoriza a multiplicidade de experiências e os aprendizados conquistados nas mais diversas iniciativas.

Como entusiasta da análise de negócios, recorre a ela para promover ao mesmo tempo a visão do todo e a atenção aos detalhes. Dedicou-se à tradução do BABOK 2.0 para o português e escreve sobre o tema no seu blog (blog.claudiobr.com). Claudio Br é Agile Business Analyst no Grupo RBS em São Paulo.